Tratamento

domingo, 11 de agosto de 2013

Estudantes africanos criaram sabonetes que combatem a malária




Dois jovens estudantes cientistas ganharam um prêmio global por produzir sabonetes que inibem a contaminação da doença, que promete revolucionar o contato com o vetor. O projeto que orgulha Burkina Faso propõe eliminar uma doença que afeta não apenas o continente africano, mas diversas partes do mundo. A malária ganhou um forte rival, uma arma autêntica, que une ciência e criatividade diante das fragilidades de regiões precárias. O sabonete contra a malária deu aos jovens autores Moctar Dembele e Gerard Niyondiko, estudantes do Instituto Internacional de Engenharia de Água e Meio Ambiente 2iE, o título de vencedores da “Global Social Venture Competition”, da Universidade de Berkeley, nos Estados Unidos ($ 25 mil), com um trabalho que pode salvar milhões de vidas: criaram um sabonete com ervas locais, que repele o mosquito (Anopheles fêmea). A lavagem com o produto impede os mosquitos de se aproximarem do utilizador e a água usada na lavagem leva-o para as canalizações, impedindo o crescimento de larvas. Nos ingredientes constam manteiga de karitê, óleo de cidreira e outros produtos naturais que ainda são secretos, mas que deixam um cheiro na pele que repele os mosquitos.


Fonte: Revista Ciência Hoje

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